Anac Suspende Metade das Empresas de Voo Panorâmico Fiscalizadas no Rio: Entenda a Crise

Publicado por Alexandre Andrade 20 de ago. de 2026 • 6 min de leitura
Anac Suspende Metade das Empresas de Voo Panorâmico Fiscalizadas no Rio: Entenda a Crise

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🚁 Metade das Empresas Fiscalizadas: A Crise dos Voos Panorâmicos no Rio de Janeiro

> "Então, nós estamos falando de 50% até hoje das atividades de voos panorâmicos no Rio de Janeiro estão com algum tipo de irregularidade. Esse é um número preocupante e altíssimo." > — Thiago Chagas Faierstein, diretor-presidente da Anac

Imagina contratar um voo panorâmico sobre o Cristo Redentor achando que está tudo em ordem — e descobrir que a empresa nem deveria estar operando. Foi exatamente esse cenário que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) expôs nesta terça-feira, 18 de agosto de 2026, ao anunciar a suspensão de quatro empresas de voos panorâmicos de helicóptero no Rio de Janeiro.

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✈️ O Que Motivou a Fiscalização

Tudo começou com uma tragédia. No dia 8 de agosto, um helicóptero Robinson R44, prefixo PP-MFS, caiu em uma área de mata próxima à Vista Chinesa, na Floresta da Tijuca. A queda matou o piloto brasileiro e três turistas colombianas — avó, mãe e filha, da mesma família.

A aeronave pertencia à empresa VRP, que operava com certificação em dia, segundo a própria Anac. Foi justamente esse detalhe que acendeu o alerta: se a certificação estava regular, o problema tinha que estar em outro lugar.

!Helicóptero sobrevoando o Cristo

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Alexandre Andrade — Consultoria em Manutenção Aeronáutica & SIPAER

Mais de uma década na Força Aérea Brasileira (FAB). Auditorias SGSO, fatores humanos (CRM/MRM) e pareceres técnicos.